Archive for novembro, 2011

Sinais precoces de distúrbio do desenvolvimento

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Muitas vezes a linguagem só é percebida quando existe a oralidade através das palavras faladas. Nos casos de alterações, esperar por este momento, pode ser tarde demais!

As manifestações da linguagem  ocorrem muito antes da fala quando a criança começa a se colocar no mundo, manipular objetos, provocar uma resposta dos adultos e até mesmo responder a um estímulo de maneira condicionada ou espontânea.

As respostas e reações dos bebês nos dão pistas sobre o aprendizado deles, ficar atento a estes aspectos pode possibilitar intervenção precoce e estimulações que possibilitam o desenvolvimento normal.

É necessário perceber:

  • Muita extensão de cabeça
  • Muita assimetria nos corpinho do bebê
  • Falta de elevação de cabeça quando está de barriga para baixo
  • Uso muito predominante de um braço ou uma perna
  • Irritabilidade excessiva ou apatia
  • Pneumonias repetidas
  • Contato difícil entre mãe-bebê
  • Reações excessivas ao manuseio
  • Falta de aconchego no colo
  • Ausência do sorriso social
  • Pouca ou nenhuma produção sonora
  • Predominância de sons nasais (choro nasal)
  • Contato precário com o ambiente
  • Dificuldade ou nenhuma localização aos sons

Tais comportamentos podem indicar alterações permanentes ou transitórias, independente do tipo de problema, sempre há algo que possa ser feito para auxiliar o desenvolvimento de uma criança e quanto antes melhor!!

Estamos sempre à disposição no que for preciso para auxiliar estes pequenos!

 

Distúrbio da voz pode ser reconhecido como doença relacionada ao trabalho

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De acordo com o Conselho Federal de Fonoaudiologia (CFFa) ” um protocolo está sendo elaborado para orientar os profissionais que lidam com doenças ocupacionais sobre os procedimentos nos casos de suspeita de alguma alteração vocal grave.

As discussões que deram origem ao protocolo de Distúrbio de Voz Relacionada ao Trabalho começaram em 1997. Desde então foram realizados vários eventos para a elaboração do documento.

À época, o Conselho Federal de Fonoaudiologia encaminhou, para alguns fonoaudiólogos, ofício circular que considerava que muitas alterações na laringe, com consequentes disfonias, poderiam ser caracterizadas como doenças ocupacionais.

Em 2006, o protocolo foi concluído, mas as mobilizações para sua regulamentação esfriaram. Só voltaram à carga este ano, com o CFFa e os Cerests de São Paulo e Rio de Janeiro encabeçando as conversas com o Ministério da Saúde.

Hoje, o protocolo está sendo avaliado pelo Comitê Brasileiro Multidisciplinar de Voz Ocupacional. Na sequência, será encaminhado à Coordenadoria de Atenção à Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde. Se aprovado, o documento seguirá para audiência pública. “

É importante que este assunto seja tema pois é muito incidente o número de doenças vocais devido ao uso abusivo da voz pelos professores (um dos profissionais que utilizam a voz como instrumento de trabalho).

Ir mais além do que considerar a disfonia uma doença ocupacional seria também adotar os microfones e orientações fonoaudiológicas como instrumentos atenuadores. No entanto, o melhor dos mundos seria incluir na formação acadêmica de qualquer professor, disciplinas que esclareçam sobre o aparelho fonador e orientações específicas para cada caso antes da entrada no mercado de trabalho. Certamente, essas medidas diminuiriam, em muito, os acometimentos vocais.